Combate à violência contra o idoso será prioridade

O anúncio foi feito durante a solenidade de instalação da Comissão Extraordinária do Idoso na quarta-feira, 11 de novembro.

Foi instalada oficialmente, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a Comissão Extraordinária do Idoso. De acordo com o presidente da comissão, deputado Isauro Calais (PMN), o enfrentamento da violência contra essa parcela da população será prioridade dos trabalhos. A solenidade, realizada na tarde desta quarta-feira (11/11/15), contou com a presença dos secretários de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social e de Direitos Humanos, André Quintão e Nilmário Miranda, respectivamente.

Segundo o parlamentar, a cada 10 minutos um idoso é agredido no Brasil. Para ele, é necessário implementar políticas capazes de coibir a situação de vulnerabilidade na qual se encontram as pessoas com mais de 60 anos. Isauro defende medidas como tornar crime hediondo o homicídio de idosos, a criação de delegacias especiais em cidades polo e a ampliação da rede de proteção social.

O deputado lembra ainda que o número de idosos vai duplicar em duas décadas no Estado. Hoje, 12% da população mineira é composta por pessoas com idade superior a 60 anos. Isauro Calais alerta que as projeções exigem dos governos e da sociedade maior planejamento, a fim de assegurar a dignidade dessas pessoas e a sustentabilidade das contas públicas, uma vez que implica em aumento de despesas como a da previdência social.

Já o secretário estadual André Quintão defendeu a mudança cultural da sociedade. Ele ressaltou a importância das ações que visam promover a inclusão da pessoa idosa no convívio social. Também explicou que é preciso dar conhecimento aos benefícios aos quais os idosos têm direito como o pagamento do benefício de prestação continuada (valor de um salário mínimo destinado àqueles que não têm acesso a benefícios previdenciários como a aposentadoria e não têm renda familiar).

Nilmário Miranda, secretário de Direitos Humanos, falou sobre as 280 conferências realizadas em cidades mineiras para ouvir as demandas dessa população. Ele explicou que os eventos foram promovidos nos municípios que já formalizaram os Conselhos Municipais do Idoso: “Temos 853 municípios em Minas, nem mesmo metade deles conseguiram implementar esses espaços. Devemos trabalhar para expandi-los”.

Exercício não tem idade para começar

O Dia do Idoso, comemorado no último dia 27 de setembro, foi também um dia para começar a agitar o corpo e sair do sedentarismo. Especialistas afirmam que iniciar a prática de exercícios físicos, mesmo após os 60, garante mais saúde e qualidade de vida, além de combater doenças como hipertensão, osteoporose, Alzheimer e problemas cardíacos.
“Exercício não tem hora para começar. É como uma poupança que você faz para ter uma velhice mais saudável”, afirma a geriatra, Rossana Russo Funari.
Os tipos de exercício mais recomendados para quem quer começar a malhação nessa faixa etária são caminhada e musculação de intensidade leve. É possível começar caminhando pelo menos 30 minutos por dia. De início, em qualquer velocidade, mas, após adquirir prática, num passo rápido, como uma marcha. A corrida esportiva não costuma ser recomendada, à exceção daqueles que já praticam a atividade, por causa de seu impacto nas articulações.
Os exercícios de musculação devem ser feitos com menos peso e mais repetições e sempre acompanhados por um instrutor experiente em atender idosos, para evitar lesões nas articulações e na coluna. “É recomendado uma musculação de baixo impacto, porque com o envelhecimento a pessoa perde massa muscular”, afirma a geriatra.
A hidroginástica pode ser uma alternativa à musculação de baixo impacto. Porém, é recomendado conciliá-la com outra atividade, para conseguir os benefícios da prevenção contra a osteoporose. “O que previne a osteoporose é a formação e reformulação do osso conseguida na caminhada e na musculação, por exemplo. E a hidroginástica é uma atividade de baixo impacto”, explica a médica.
A prática de atividades físicas melhora o desempenho cardiovascular do organismo, contribuindo para manter a pressão arterial sobre controle, além de trazer outros benefícios à saúde. “Alguns estudos mostram que a atividade aeróbica é benéfica a futuros quadros de Alzheimer ao melhorar a circulação sanguínea no cérebro, o que ajuda a proteger o paciente”, afirma a especialista.
A geriatra ressalta a importância de que todos os idosos que pretendem iniciar a prática de atividades físicas procurem antes um médico para se certificar de suas condições de saúde e qual o melhor exercício recomendado.

Terceira idade no Brasil ainda tem desafios

Ranking mostra que país ocupa o 56º lugar e que previdência é positiva. Mas acesso a serviços básicos e valorização social devem ser superados

O idoso brasileiro está vivendo mais, mas a qualidade desses anos ainda deixa a desejar. A informação faz parte do último relatório Global AgeWatch Index, que avalia os melhores lugares para se viver na terceira idade. Entre as 96 nações analisadas pelo índice divulgado ontem, o Brasil figurou no 56º lugar. O documento mostra que, no país, os cidadãos acima de 60 anos têm, em média, 21 anos a mais pela frente. O índice é compatível com a média mundial. No entanto, a falta de acesso a serviços básicos como transporte e segurança compromete a qualidade de vida da população da terceira idade no Brasil.
A longevidade é apenas um dos 13 indicadores considerados no trabalho que avalia anualmente a qualidade de vida dos idosos no mundo. O levantamento leva em conta quatro categorias de fatores que afetam aqueles que passaram dos 60 anos: a segurança de renda, a saúde, características de um ambiente propício para os idosos e condições de emprego e de educação. Em primeiro lugar no ranking, está a Suíça, seguida pela Noruega, pela Suécia e pela Alemanha.
O relatório mostra que o Brasil se destaca pelo seu amplo programa de previdência, que atende a 86% dos seus idosos e mantém grande parte da população mais velha fora da linha da pobreza – na maioria dos países de baixo e médio rendimento, apenas uma em cada quatro pessoas acima dos 65 anos recebe uma pensão. A colocação do país também representa uma tímida melhora em relação ao levantamento global realizado no ano passado, quando o Brasil estava no 58º lugar da lista mundial. O país conquistou o 12º lugar entre os países latino-americanos e ficou em segundo entre as nações do grupo Brics – formado ainda por China, Rússia, Índia e África do Sul – atrás apenas dos chineses.
No entanto, o posicionamento do Brasil na lista foi prejudicado por problemas que afetam não somente os idosos, mas também cidadãos brasileiros de outras faixas etárias. “O Brasil não é tão bom em fornecer um ambiente propício para o envelhecimento. O medo de crimes e o acesso ao transporte público são grandes questões para os idosos brasileiros”, analisa Asgar Zaidi, professor de políticas sociais internacionais na Universidade de Southampton e um dos autores do levantamento global. O trabalho foi coordenado pela HelpAge International, organização que se dedica a melhorar a vida de pessoas na terceira idade.
Além de planos de aposentadoria e de acesso universal à saúde, o trabalho revela que os melhores países para se envelhecer também investem há décadas em mudanças sociais e ambientais voltadas especialmente para os idosos. Dos 21 anos de vida que o brasileiro dispõe depois que atinge a terceira idade, apenas 16 são considerados “saudáveis” pelo relatório internacional. “O Brasil tem um sistema de saúde que presta uma atenção universalizada. Então, é notável que, mesmo com tantos benefícios, nós não conseguimos ficar numa posição melhor no índice. Isso chama a atenção para o fato de que as nossas soluções não estão atendendo aos nossos problemas. Avançamos, mas talvez não estamos conseguindo dar um sentido de vida, um valor social para o idoso”, acredita Otávio Nóbrega, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no Distrito Federal.
De acordo com o especialista, idosos com pior qualidade de vida não são necessariamente os mais doentes. Cidadãos da terceira idade sofrem com questões como o abandono, a falta de uma ocupação e a carência por atividades que atendam às suas necessidades especiais. “A qualidade de vida é, provavelmente, mais determinada pelo ambiente social do que propriamente pelo estado geral de saúde. Hoje, uma premissa muito importante não é somente evitar o envelhecimento e as morbidades, mas também tentar remediar e controlar as limitações físicas, intelectuais e cognitivas que podem ocorrer com o envelhecimento”, aponta Nóbrega, que também é professor na Universidade de Brasília (UnB).

Desigualdade
Os idosos representam hoje 12,3% da população mundial, que tem mais de 900 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Até 2030, espera-se que esse número aumente para 1,4 bilhão, um índice que deve disparar para 2,09 bilhões até 2050. A queda drástica na taxa reprodutiva e o aumento de longevidade são os principais responsáveis pela recente inversão da pirâmide etária. Pela primeira vez na história, existem mais pessoas na terceira idade do que crianças com menos de 5 anos. Em duas décadas, serão mais idosos do que crianças e adolescentes de até 15 anos.
“Em todos os países, a proporção de pessoas mais velhas está crescendo. Até 2050, 46 dos 96 países desta lista terão 30% ou mais de suas populações com 60 anos ou mais. Temos apenas 35 anos para nos prepararmos”, alerta em um comunicado Toby Portar, chefe-executivo da HelpAge International. O maior impacto deve ocorrer nos países em desenvolvimento, onde o crescimento da população idosa ainda está em aceleração, mas as políticas da terceira idade não estão consolidadas. No Brasil, por exemplo, a expectativa de vida saltou de 48 para 73 anos nas últimas cinco décadas. Até 2060, o número de cidadãos com 60 anos ou mais deve saltar de 20 milhões para 73,5 milhões, o equivalente a um idoso a cada 10 habitantes.
Essa súbita transformação etária tem afetado as nações menos industrializadas de uma forma negativa. O Global AgeWatch Index revela que a lacuna que separa a expectativa de vida entre países desenvolvidos e nações em desenvolvimento aumentou. Em 1990, idosos viviam, em média, 5,7 anos a mais do que aqueles que envelheciam em regiões com condições menos favoráveis. Em 2012, a diferença pulou para 7,3 anos. Enquanto um japonês com mais de 60 anos tem uma expectativa de vida média de 26 anos, um idoso no Afeganistão sobrevive por apenas mais 16 anos.

LONGEVIDADE Além da grande desigualdade de condições para os idosos que moram em diferentes países, o relatório também revelou um grave contraste entre homens e mulheres que envelhecem. Estima-se que 73,5% dos homens com mais de 60 anos sejam economicamente ativos, um índice bem superior aos 46,8% das idosas que têm representação significativa na economia. Os dados são conflitantes com a longevidade feminina, em média, oito anos mais longa do que a dos homens. “Principalmente para as gerações de idosos de hoje, a realidade é que a mulher era, e ainda é, a responsável principal pela gestão da família, incluindo os cuidados dos filhos, sogros, pais e esposos. É por esse motivo que muitas vezes têm carreiras descontinuadas, com menos tempo contribuindo ao sistema previdenciário e, consequentemente, com menos recursos financeiros”, analisa Ina Voelcker, coordenadora técnica do Centro Internacional de Longevidade do Brasil (ILC-Brazil).
As mulheres com idade igual ou superior a 50 anos já representam 23,6% da população feminina mundial, um índice que tende a crescer. Para garantir uma boa qualidade de vida para as futuras idosas, é necessário promover hoje a igualdade de gênero no âmbito da educação e no mercado de trabalho. “É preciso criar mecanismos que garantam que a mulher possa manter sua atividade profissional ao mesmo tempo que cuida de filhos ou de familiares idosos. Também são necessárias mudanças sociais para que o homem possa dividir as tarefas domésticas com a mulher”, aponta Ina.

ENTREVISTA
Wilson Jacob Filho
Diretor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP)

Por que a população idosa tem crescido tão rapidamente no mundo?
Nós temos diminuído a mortalidade em idades mais jovens. Então, os países onde a população idosa aumenta são aqueles que melhor controlam a mortalidade infantil e a juvenil.
Isso aconteceu primeiro nos países desenvolvidos e agora está acontecendo nos países em desenvolvimento, fazendo com que a probabilidade de envelhecer aumente.

Que tipos de cuidados especiais exigem os idosos?
Pessoas idosas são diferentes de adultos, e precisam de cuidados especiais, principalmente os de prevenção, para evitar que elas fiquem doentes. Quando elas adoecem, é necessário haver o controle adequado das doenças que são geralmente crônicas, que não terão cura. Cabe a nós ter políticas de saúde que permitam prevenir e, quando não for possível, detectar precocemente as doenças e tratá-las para evitar que elas se compliquem.

Como investir na qualidade de vida na terceira idade?
O idoso, para envelhecer com qualidade, tem de estar incluído na sociedade. Ele tem de ter o seu espaço para continuar pertencendo à sociedade. Temos de garantir que ele tenha espaço, tenha opinião, seja respeitado e tenha oportunidades. Do mesmo jeito que convido a criança a entrar na sociedade com a educação, eu faço esse mesmo trabalho com o idoso, impedindo que ele seja excluído. Tenho de dar razão e função para seus anos de vida.

Assembleia cria Comissão Extraordinária do Idoso

Comissão irá funcionar até o final de 2016 e irá debater políticas voltadas para essa parcela da população.

Foi criada, nessa terça-feira (7/7/15), a Comissão Extraordinária do Idoso, com a finalidade de realizar estudos e debates sobre as necessidades e direitos dessa parcela da população. A decisão da Mesa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) foi comunicada na Reunião Ordinária de Plenário, para vigorar no primeiro biênio da atual legislatura. A nova comissão será presidida pelo deputado Isauro Calais (PMN), tendo Glaycon Franco (PTN) como vice-presidente.

Em sua decisão, a Mesa da Assembleia argumenta que mais de 12% da população de Minas é hoje de idosos, sendo importante ampliar os debates sobre seus direitos, especialmente no que se refere à atenção e aos cuidados específicos. Além disso, também considera necessário o aprimoramento da legislação e das políticas públicas relativas a essa parcela da população.
Além do presidente e vice, a Comissão Extraordinária dos Idosos terá, como membros efetivos, a deputada Geisa Teixeira (PT) e os deputados Antônio Carlos Arantes (PSDB) e Cristiano Silveira (PT). Os suplentes são a deputada Cristina Corrêa (PT) e os deputados Fred Costa (PEN), Tito Torres (PSDB), Agostinho Patrus Filho (PV) e Bosco (PTdoB). Durante a reunião do Plenário, o deputado Isauro Calais elogiou a criação da nova comissão, salientando a forte tendência de envelhecimento da população mineira. “Logo, essa parcela da população irá triplicar o seu tamanho”, afirmou.
Urgência – Também na Reunião Ordinária desta terça-feira, a Presidência comunicou o regime de urgência do Projeto de Lei 1.915/15, do governador do Estado, que dispõe sobre a constituição de crédito estadual não tributário, fixa critérios para sua atualização, regula seu parcelamento e institui remissão e anistia. A solicitação de regime de urgência partiu do governador e foi recebida na mesma reunião.
O PL 1.915/15 pretende impedir o prolongamento das execuções fiscais deficitárias, levando em consideração o tempo médio de duração e do custo médio anual de um processo executivo fiscal. Institui, ainda, programa de incentivo ao pagamento de créditos estaduais não tributários com o objetivo de estimular os devedores a regularizar suas pendências.

Participe do grupo de teatro da OAP

Quem quiser participar do grupo de teatro, “Os Enganatores da OAP”, deve entrar em contato com a secretaria pelo telefone 3409-4505. As inscrições são gratuitas e estão abertas por tempo indeterminado. Os ensaios são realizados às terças-feiras, das 9h às 11h, na sede da Organização, no 2º andar da Praça de Serviços da UFMG, no “Campus” Pampulha. A coordenação é feita pelo ator e diretor teatral, João Bosco Queiroz Alves, que também ministra as aulas do grupo.

Como evitar osteoporose depois dos 50

A quantidade de cálcio absorvida pelo organismo é que pode fazer a diferença entre ter ou não osteoporose. Segundo os médicos, mulheres e homens com mais de 50 anos precisam, em média, de 1.200mg de cálcio por dia, para manter os ossos saudáveis. Um copo de leite tem cerca de 300mg de cálcio, por isso as mulheres deveriam beber cerca de quatro copos de leite por dia, visando à prevenção da osteoporose. A boa notícia para as pessoas que são intolerantes à lactose, ou que simplesmente não gostam de leite, é que existem muitas fontes não lácteas de cálcio. Existem também medidas que você pode tomar para se certificar de que seu corpo está absorvendo tanto cálcio quanto possível. Confira dez dicas para evitar a doença.

Tenha uma ingestão adequada de vitamina D: o cálcio é absorvido pelo organismo e utilizado apropriadamente apenas quando há quantidade suficiente de vitamina D.

Consuma alimentos enriquecidos com cálcio, encontrados no leite de soja, leite de amêndoa, leite de arroz, suco de laranja, suco de cranberry, cereais matinais e barras de café da manhã enriquecidas com cálcio.

Pergunte ao seu médico se você não precisa de um suplemento de cálcio.

Coma feijão. Ele é rico em cálcio, bem como em proteínas. Uma xícara de feijão cozido tem 154mg de cálcio.

Pare de beber refrigerantes. A bebida aumenta os níveis de fosfato no sangue e afeta os níveis de cálcio dos ossos, além de impedir a absorção de cálcio novo pelo organismo.

Coloque o salmão enlatado na dieta: 75g de salmão enlatado contêm 181mg de cálcio.

Aveia é essencial, uma xícara de farinha de aveia fornece de 100mg a 150mg de cálcio.
Invista nas oleaginosas: amêndoas e castanha contêm cerca de 100mg de cálcio por porção.

Beba seu café com leite de soja.

Coma mais vegetais: espinafre, brócolis e outros vegetais folhosos na cor verde-escuro são especialmente ricos em cálcio, fornecendo cerca de 100mg de cálcio por porção.

“Há 30 anos, o período de vida de um brasileiro era, em média, de 62,5 anos. Hoje, chega a 74,9 anos, segundo dados do IBGE. A tendência é que, até 2040, 30% da população brasileira seja composta por idosos. Com esse aumento da longevidade, os profissionais da saúde terão desafios relacionados às doenças que aparecem na terceira idade, como osteoporose.”

Hidroterapia contra hipertensão

A hipertensão arterial sistêmica, mais conhecida como “pressão alta”, é uma das principais causas dos acidentes vasculares cerebrais, ou AVC’s, também chamados de “derrame”. A hidroterapia em água aquecida, associada à atividade física, ajuda a abaixar a pressão. Um estudo publicado na revista Neurociências mostrou que a atividade na água morna diminuiu, em média, a pressão sistólica em 4,1% e a diastólica em 10,1% de um grupo de pessoas que participaram da pesquisa.
De acordo com os fisioterapeutas, a hidroginástica melhora a flexibilidade dos vasos sanguíneos e ajuda na diminuição do estresse. Ainda segundo os especialistas, os vasos periféricos respondem mais rapidamente às necessidades do corpo, o coração passa a bombear mais sangue a cada contração e as alterações hormonais introduzidas pela atividade fazem com que o corpo elimine mais água na urina, o que também reduz a pressão arterial. Quem já sofre de hipertensão, deve procurar tratamentos hidroterápicos o mais breve possível, já que os efeitos são cumulativos, ou seja, quanto mais cedo começar, mais rápida será a resposta. Sempre com acompanhamento médico, é claro!

Participe do grupo de teatro da OAP

Quem quiser participar do grupo de teatro, “Os Enganatores da OAP”, deve entrar em contato com a secretaria pelo telefone 3409-4505. As inscrições são gratuitas e estão abertas por tempo indeterminado. Os ensaios são realizados às terças-feiras, das 9h às 11h, na sede da Organização, no 2º andar da Praça de Serviços da UFMG, no “Campus” Pampulha. A coordenação é feita pelo ator e diretor teatral, João Bosco Queiroz Alves, que também ministra as aulas do grupo.

Concertos e Outono e Homenagem às Mães já estão programados

A OAP já confirmou a programação dos Concertos de Outono de 2015 e da Homenagem às mães deste ano. No dia 24 de abril, o Duo de Piano formado por Júnia Canton e Heron Alvim abre a série dos concertos. No mês seguinte, o show vai ser da Big Band da UEMG, no dia 29 de maio. Fechando a série 2015 dos Concertos e Outono, no dia 26 de junho, sete músicos apresentam grande repertório de música brasileira para piano: André Castro, André Barbosa, Bárbara Freitas, João Pedro Dutra, Lucília Cerqueira, Maria Luíza Cerqueira e Neander Cândido.
Para homenagear as mães, a Organização vai promover a apresentação dos Tenores in Concert, com a pianista Islei Corrêa e o baterista Felipe Kneipp.
As apresentações, gratuitas, são realizadas no Conservatório UFMG (Avenida Afonso Pena, 1534, no Centro de Belo Horizonte), a partir das 19h30. É preciso reservar o lugar antecipadamente pelo telefone 3409-4505.